VEM PRO PSOL!

sábado, 2 de novembro de 2013

PSOL/RN 4º Congresso Nacional do PSOL será nos dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro, no Distrito Federal



Marcado para os dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro deste ano, o 4º Congresso Nacional do PSOL será no Distrito Federal/Entorno, conforme decisão do Diretório Nacional do partido. Na reunião, que ocorreu em abril deste ano, os dirigentes também aprovaram os termos da convocatória do Congresso, que define os critérios prévios, como prazo para realização de plenárias municipais e congressos estaduais, eleição de delegados, inscrição de teses e contribuições, credenciamento, entre outras normas. Embora a convocatória tenha sido aprovada pelo Diretório, o Regimento Interno do 4º Congresso será aprovado pelos delegados, na plenária de instalação do Congresso.

A pauta do 4º Congresso Nacional do PSOL inclui o debate sobre Conjuntura nacional, internacional e a tática para o período; o PSOL, as eleições 2014 e diretrizes programáticas para as eleições presidenciais; modificações estatutárias; eleição da Direção Nacional, Conselho Fiscal, diretor presidente da Fundação Lauro Campos e Comissão de Ética.

Segundo o regulamento aprovado pelo Diretório Nacional, poderão participar do Congresso Nacional, todos os filiados, cujos nomes estejam na relação de filiados do PSOL, encaminhada aos Tribunais Regionais Eleitorais no mês de abril deste ano e reconhecida pela direção estadual do partido. Aqueles que forem menores de 16 anos e maiores de 14 anos, ou militares ou estrangeiros terão que ser aprovados pela instância estadual em reunião regular e seus nomes devem constar da listagem encaminhada à secretaria geral nacional ou secretaria nacional de organização, até 30 de abril.

Também poderão participar do 4º Congresso, os filiados cujos nomes não foram incluídos no sistema do TSE, mas que foram referendados pelo Diretório Nacional do PSOL e suas listas encaminhadas à secretaria geral nacional ou secretaria nacional de organização até 30 de abril deste ano. Todos terão que contribuir financeiramente, com o valor correspondente no ato de participação das plenárias de base para a eleição de delegados aos congressos estaduais e ao nacional.

Para participar dos congressos estaduais, o filiado terá que ser eleito na plenária municipal ou intermunicipal. Já os delegados ao Congresso Nacional precisam ser eleitos nos congressos estaduais, na proporção de um delegado para cada 50 filiados participantes e presentes no momento da votação nas plenárias municipais ou intermunicipais, sendo admitida a fração de 26 filiados após completado o quórum de 50 ou um inteiro.

De acordo com a convocatória aprovada pelo Diretório Nacional, a base para calcular o número de delegados que cada estado terá direito a eleger para o 4º Congresso Nacional, será a soma dos filiados presentes no momento da votação para delegados aos congressos estaduais em todas as plenárias municipais ou intermunicipais.

Em relação ao número de plenárias que cada cidade poderá realizar, a convocatória prevê que nas cidades com mais de 300 mil habitantes ou com mais de mil filiados, poderão ser realizadas até quatro plenárias municipais definidas pelo diretório estadual. Nas cidades com mais de um milhão de habitantes será admitida a realização de até 5 plenárias municipais.

Prazo para eleição de delegados
O calendário previsto na convocatória determina o período de 2 de agosto a 13 de setembro para que sejam promovidas as plenárias municipais ou intermunicipais e eleitos os delegados aos congressos estaduais. Já os delegados ao 4º Congresso Nacional deverão ser eleitos de 4 de outubro a 3 de novembro, quando serão realizadas as etapas estaduais.

DO SITE PSOL50

PSOL-RN Para presidente do PSOL, leilão de Libra representa a maior privatização da história brasileira


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Do site do PSOL Naciona, Leonor Costa

Especialistas também repudiam iniciativa do governo. Ivan Valente critica discurso da presidenta logo após o leilão
 
“Vivemos no dia de ontem (segunda-feira) um momento histórico. Infelizmente, não poderemos nos orgulhar dele. Assim como, nos anos 1990, vimos a entrega do patrimônio nacional e de setores estratégicos para mãos privadas, reeditamos o receituário neoliberal da era FHC, desta vez levado a cabo por um governo eleito pela esquerda, mas que consolidou sua virada histórica para o outro lado”. Assim o presidente do PSOL, deputado Ivan Valente, iniciou o seu pronunciamento desta terça-feira, no plenário da Câmara, se referindo ao leilão do campo de Libra, da camada de pré-sal localizada na Bacia de Santos. Naquela segunda-feira (21) citada por Ivan Valente, em um hotel na Barra da Tijuca, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro, o governo da presidenta Dilma Rousseff, do PT, por meio da Agência Nacional de Petróleo (ANP), promoveu um dos maiores negócios no setor petroleiro do país, ao repassar para um consórcio formado pelas empresas CNPC, CNOOC, Shell, Total e Petrobras a exploração da maior camada do pré-sal já encontrada no país.
 
Além dos 40% da Petrobras, o petróleo será divido entre a francesa Total (20%), a anglo-holandesa Shell (20%) e as chinesas CNPC e CNOOC (10% cada). O consórcio pagará 41,65% do excedente de óleo bruto ao Estado brasileiro. Além disso, as empresas tiveram de depositar R$ 15 bilhões para poder participar do leilão.
 
Estima-se que Libra tenha entre 8 e 15 bilhões de barris recuperáveis de petróleo. Mas há a possibilidade de existir ainda mais petróleo na região.
 
A participação da Petrobras, de 40% sobre o petróleo explorado, e os cálculos da ANP de que o Estado ficará com 73% dos lucros do bloco do pré-sal é vista como um resultado positivo pela administração Dilma Rousseff. No entanto, o consultor da Câmara dos Deputados para Assuntos de Petróleo e Gás, Paulo César Ribeiro Lima, questionou os cálculos da ANP. De acordo com ele, com base no edital do leilão, a participação da União será muito menor que o anunciado, podendo chegar a 9,93% (de 41,65%) caso o valor do barril de petróleo despenque no mercado internacional e a produtividade da produção de Libra também seja reduzida.
 
"Pelas regras, a remuneração de 41,65% é calculada numa perspectiva de produção de 12 mil barris por dia, cada um no valor entre 100 e 120 dólares. Se ambos subirem, o percentual sobe para 45,56%. Mas se caírem, pode chegar a 9,93%", afirmou Paulo César, segundo matéria do sete Rede Brasil Atual. "Quem perde com isso é a educação, que receberá 75% dos royalties, e a saúde, que ficará com 25%.". Os royalties correspondem a 15% do valor do barril.
 
Já o economista da Auditoria Cidadã da Dívida e assessor da Liderança do PSOL na Câmara, Rodrigo Ávila, critica a justificativa utilizada pelo governo para a venda do patrimônio nacional, com o argumento de que não possuiria recursos para os investimentos necessários à produção plena do Campo de Libra, que geraria “royalties” para as áreas sociais. Segundo Ávila, tal argumento omite que o governo federal destina cerca da metade dos recursos do orçamento para a dívida pública.
 
“É preciso ressalvar que os ‘royalties’ – dos quais ¾ iriam para Educação e ¼ para a Saúde – equivalerão a apenas 15% da produção, e somente serão obtidos quando o Campo de Libra começar a operar plenamente, o que ocorrerá apenas por volta de 2019. Além do mais, cabe relembrarmos que o governo federal já não tem destinado os recursos dos royalties para as suas finalidades legais, mas em grande parte para o pagamento da questionável dívida pública, o que pode ocorrer novamente com o Campo de Libra”, afirma.
 
Riqueza de 3 trilhões representa maior privatização da história brasileira
Em relação ao potencial do campo leiloado na segunda-feira, o presidente do PSOL argumentou que a extração diária de Libra sozinha pode representar 65% da produção atual e o volume total de petróleo deste campo equivale ao que já foi extraído pela Petrobras desde a sua criação, há 60 anos.
 
“A riqueza de Libra é avaliada em R$ 3 trilhões, e por estas dimensões gigantescas, o Leilão do Campo de Libra representa a maior privatização da história brasileira, com valores e potencial de extração muitas vezes superior a privatização da Vale do Rio Doce, considerada uma das maiores mineradoras do mundo e a maior privatização da era FHC”, ressalta Ivan Valente.
 
O presidente do PSOL também critica o discurso da presidenta Dilma logo após o resultado do leilão, ainda na noite de segunda-feira. Segundo ele, em pronunciamento de quase 8 minutos nos canais de TV aberta, “Dilma exibiu com seu típico tom triunfalista números que refletem o otimismo conveniente de quem acabou de entregar o maior patrimônio material do país para desfrutar dos benefícios de curto prazo”. Para Ivan Valente, ela jogou com números fictícios, expressando não apenas a necessidade de colher dividendos políticos, mas também a própria dificuldade do governo em legitimar o próprio privatismo. “Mas claro, como justificar um estelionato eleitoral de tamanha envergadura, quando todos sabem que a presidente venceu as eleições de 2010 condenando as privatizações do PSDB e acusando seu adversário de querer fazer o mesmo com a Petrobras e o pré-sal?”, questiona o deputado.
 
Para ler o pronunciamento completo de Ivan Valente clique aqui.

do site PSOL50

PSOL-RN Assim prometo, sem qualquer privilégio

1010970 725141457511614 1128306868 nDesde a minha posse como Vereador de Natal fiz juramento público que não aceitaria nenhum privilégio. Alguém já disse que quem valoriza seus privilégios acima dos seus princípios, cedo perde os dois. Vivemos num país que amarga o terceiro pior índice de desigualdade no mundo. Quanto à distância entre pobres e ricos,  o Brasil empata com o Equador e só fica atrás de Bolívia, Haiti, Madagáscar,  Camarões, Tailândia e África do Sul. Nossa rica nação está entre as piores em distribuição de renda do planeta, conforme relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sobre América Latina e Caribe. Claro que na qualidade de Vereador de uma pequena capital do nordeste, pouco posso fazer, mas sem ações concretas meu discurso seria considerado tolo e inútil.

PSOL/RN LAGOA SALGADA-RN NÃO MUDOU NEM A COR A SITUAÇÃO É MESMA

LAGOA SALGADA-RN SÃO VÁRIOS OS PRÉDIOS PUBLICOS EM ESTADO DE ABANDONO




Sabemos que para contruir um prédio publico o governo investe mais de 200 mil reais, no entanto em nosso municipioos prédio publicos ficam abandonados sem ter o que fazer, sem a administração, pensar em um projeto, sem doar para a população eles ficam assim ao Deus dará até cair. Vamos citar abaixo a relação de predio abandonados, que poderiam servir para população, pra não dizer que é nossa mentira vamos dizer o endereço o o estado que o mesmo se encontra.


ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ LUIZ DA SILVA.
Sitio arisco proximo a casa de Tião presidente do botafogo, mora uma familia, não tem agua nem luz.

ESCOLA MUNICIPAL JOSE TERTO
Sitio Catolé, mora uma familia, próximo a galego terto.

ESCOLA MUNICIPAL ISABEL EMILIA DE FRANÇA
Sitio catolé foi derrubada para construção da escola josé terto.

ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ BONIFÁCIO
Sitio Logradouro, existe uma nova escola com o mesmo nome na comunidade, o prédio antigo foi derrubado, aos poucos.

ESCOLA MUNICIPAL COSTA E SILVA
Sitio são mateus, a própria prefeitura derrubou e devolveu o terreno aos donos.

ESCOLA MUNICIPAL NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Sitio catolé de fátima, em total abandono serve de curral

ESCOLA MUNICIPAL JULIO TOMAZ
Sitio olho dágua está abandonada retiraram parte do teto. proximo a Severino Dionisio.

ESCOLA MUNICIPAL JOÃO EDUARDO FERNANDES
Sitio cajueiro, está totalmente destruida proximo a EXPEDITO GOMES.

PORQUE TANTO DINHEIRO PUBLICO PELO   RALO???? TODOS TEMOS CULPA!

ABAIXO FOTOS DE ALGUMAS DAS ESCOLAS CITADAS










PSOL/RN MARCOS REAFIRMA COMPROMISSO DE LUTA COM SERVIDORES DA SAÚDE

Os servidores estaduais da saúde realizaram uma paralisação de 24 horas, na quinta-feira, dia 31 de outubro, contra o atraso nos pagamentos do funcionalismo estadual. A paralisação envolveu ainda setores da Administração Indireta, convocados pelo Sinai e servidores da saúde municipal.



O vereador Marcos Antônio (PSOL) participou da manifestação da categoria, que partiu do Baldo até a sede do Palácio Felipe Camarão. “Estamos nas ruas, não porque é de nosso agrado, mas devido não aguentar, nem suportar mais o descaso com a saúde, educação e com todos os servidores do Estado e do município de Natal”, disse em seu discurso de frente à Assembléia Legislativa.
Segundo o parlamentar, recentemente, na área da saúde do município, 15 postos de saúde foram fechados e a rede de saúde estadual encontra-se num caos. Prossegue que, no interior, há ameaça de fechamento de hospitais regionais e o caos também toma conta dos hospitas Clóvis Sarinho, Walfredo Gurgel e em outras unidades da rede pública.
“Temos uma total ingerência, um total descaso e desprezo para com a saúde da população de Natal, que está morrendo à míngua, nas portas dos hospitais, nas filas das macas e em todos os recantos da cidade. Recentemente, uma senhora perdeu a vida porque não teve o atendimento adequado, por falta de um Samu”, relatou o vereador do PSOL.
Ele explicou que é por tudo isso que os trabalhadores encontram-se nas ruas, não só para reivindicar salários, mas condições dignas de trabalho e a recuperação total da saúde.
“Estamos nesta luta, mesmo com todas as ameaças, com toda a truculência do governo Rosalba, para reafirmar o nosso compromisso de luta do nosso mandato, com a saúde e com a população de Natal. Não descuidaremos um segundo sequer e não daremos trégua enquanto Rosalba estiver à frente do governo do Estado”, falou Marcos do PSOL, complementado:
“O mais decente que Rosalba faria para a sua própria história, se é que eu posso chamar isso de história, era renunciar, já que demonstrou que não tem condições administrativas e não tem competência para gerir o nosso Estado”.
É o segundo mês consecutivo que o governo estadual atrasa o pagamento dos salários e, segundo anunciado pelo secretário estadual de Planejamento, a reprogramação pode se estender até o final do ano.  
A paralisação dos servidores da saúde também reivindicou o cumprimento dos compromissos assumidos pelo governo do Estado após a greve da saúde. Os servidores protestaram ainda contra a redução dos vencimentos de parte dos servidores, o não pagamento das férias de julho e a lentidão no pagamento das dívidas do Ipern. Eles exigem ainda a convocação de mais servidores, para reduzir a sobrecarga de trabalho nos principais hospitais, como o Walfredo Gurgel, e cancelar as transferências que a Sesap realizou recentemente, no CRI e nos hospitais Rafael Fernandes e Ruy Pereira.

IMPEACHMENT 
No mesmo dia, o Sindsaúde-RN entregou aos deputados estaduais o pedido de impeachment da governadora Rosalba Ciarlini. 

PSOL-RN Sandro Pimentel pede que Justiça seja célere e coloque Adão Eridan na cadeia


O vereador de Natal, Sandro Pimentel, do PSOL, denunciou o colega de Câmara, Adão Eridan (PR), ao Conselho de Ética da Casa e chamou-o de corrupto (pela condenação que Adão tem na Justiça pela Operação Impacto). O que ganhou com isso? Uma denúncia também ao Conselho por incitação à violência e, de quebra, outra denúncia na 1ª Delegacia de Polícia por calúnia e difamação.


Adão Eridan denunciou Sandro depois de ser denunciado por ele
Adão Eridan denunciou Sandro depois de ser denunciado por ele

Diante de tudo isso, Sandro poderia até estar mais calmo – ou menos agressivo. Porém, não está. Em um texto repleto de insatisfação e adjetivos negativos, o parlamentar pede que a Justiça seja célere e que Adão vá para a cadeia. O pedido está na nota que você lê na íntegra logo abaixo:
NOTA DO DIRETÓRIO ESTADUAL DO PSOL/RN
Cassar o Vereador Sandro Pimentel (PSOL) é GOLPE!
Nesta última semana o vereador Adão Eridan, condenado no escândalo de corrupção da operação impacto (Plano Diretor de Natal), fez representação à mesa diretora da câmara pedindo abertura de Comissão de Ética para tentar cassar o mandato de um dos nossos vereadores. O motivo da acusação é que sempre estivemos nas manifestações, defendendo os interesses da população de Natal e dos estudantes e assim continuaremos.
O Mandato do Povo Trabalhador, representado pelo Vereador Sandro Pimentel (PSOL), sempre se dispôs a ser porta-voz do povo, utilizando-se da representação na câmara, tanto é que tem feito prestações de contas públicas nos bairros, diversas denúncias e audiências públicas, bem como, sendo o vereador que elaborou e aprovou o maior número de projetos nesta legislatura até o momento.
Com o apoio da população, o mandato aprovou o Fim do Voto Secreto, garantindo transparência e ética nas votações da Câmara Municipal do Natal e pela primeira vez na história da nossa cidade, conseguiu garantir no orçamento para 2014, um montante aproximado de 8 milhões de reais para o esporte amador de Natal. Sandro Pimentel foi o único a destinar 100% das emendas parlamentares para construção de ciclovias em nossa cidade.
O PSOL e nossos mandatos estiveram presentes nas manifestações de junho, nos movimentos grevistas, na luta pela reforma agrária, nos movimentos pelo passe livre, na defesa da dignidade dos camelôs e barraqueiros de Ponta Negra, como também, em defesa dos servidores do município, do estado e da união.
Tudo isso tem incomodado os políticos tradicionais que se utilizam da velha política, tanto é que nas últimas semanas alguns vereadores vêm fazendo ataques sistemáticos, não somente ao Vereador Sandro Pimentel, mais também aos parlamentares da Frente de Esquerda (Marcos Antônio – PSOL e Amanda Gurgel – PSTU). Tem sido uma série de agressões morais contra nossos legítimos representantes.
Na verdade, o que mais querem é nos amedrontar e calar aqueles que fazem a diferença na Câmara. Querem cassar um dos mandatos que tem sido o elo de ligação das necessidades de povo e dos estudantes com o parlamento municipal. Querem aplicar um GOLPE à democracia e ferir de morte o processo democrático e legítimo resultante da última eleição.
Não nos calarão! Não conseguirão nos amedrontar!
Contra o Golpe à Democracia e ao mandato do Vereador Sandro Pimentel!
Que a Comissão de Ética aproveite para apurar quem cometeu crime, quem é machista, quem não tem produção parlamentar e quem é condenado por corrupção!
Que a justiça seja célere e coloque o vereador Adão Eridan na cadeia.
Diretório Estadual do PSOL/RN

DO PORTAL NOAR

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

PSOL-RN EM LAGOA SALGADA PDDE, VEM OU NÃO VEM????

SABEMOS QUE NOSSO MUNICÍPIO NÃO RECEBE DINHEIRO DO PDDE, DEVIDO IRREGULARIDADES NO ENTANTO, O PDDE APRESENTA OS QUADROS ABAIXO COM VALORES... E AI?? É DINHEIRO QUE O MUNICÍPIO ESTA PERDENDO? QUE É RESPONSÁVEL?








FONTE:https://www.fnde.gov.br/pls/internet_pdde/internet_fnde.PDDEREX_4_PC?p_ano=2013&b_ver=3&p_cgc=08162869000144&p_tip=P&p_prog=02
ACESSO EM 14/10/2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

100 DIAS DA NOVA ADMINISTRAÇÃO O QUE MUDOU?


MUDOU A COR


COMO ERA.......

BAIXOU SALÁRIOS DOS PROFESSORES;
ALUNOS SEM CARTEIRAS;
FALTA DE MÉDICOS NA UNIDADE DE SAÚDE;
INDÍCIOS DE NEPOTISMO;
ADMINISTROU PARA POUCOS;

CORTE DE ENERGIA NOS  PRÉDIOS PÚBLICOS



COMO ESTÁ........

NÃO PAGOU SALÁRIOS A CONTRATADOS;
CORTOU O CURSINHO CDF;
FALTA DE MÉDICOS NA UNIDADE DE SAÚDE;
INDÍCIOS DE NEPOTISMO;
ADMINISTRA PARA POUCOS;
CORTE DE ENERGIA NOS  PRÉDIOS PÚBLICOS

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PSOL-RN A insustentável nova política de Marina Silva

por Edilson Silva

Marina Silva não venceu o único critério objetivo exigido pela legislação eleitoral para a criação de um partido político no Brasil: assinaturas comprovadas de 0,5% dos eleitores votantes para a Câmara Federal na eleição próxima passada. Não o conseguiu por opção, subproduto de arrogância e excesso de personalismo. Não ouviu ninguém na suposta rede horizontal que criou após sua saída do PV e nem os aliados e amigos próximos, que insistiam que não se conseguiria fundar e legalizar um partido em um único semestre. Fui testemunha presencial disso tudo.
 
Em política, a relação dialética entre comportamentos letárgicos e súbitos são o melhor esconderijo para quem foge de rótulos para não revelar sua essência também escondida. O resultado não pode ser outro que não a dissimulação como síntese. Nem esquerda, nem direita; nem situação, nem oposição; em 2010, no segundo turno, nem Dilma, nem Serra, nem nulo, nem branco – só se sabe que não ouve abstenção. “Morrerei com este segredo”, teria dito o “oráculo”, numa homenagem histórica ao voto secreto em tempos em que o homenageado deveria ser a transparência e o voto aberto, pelo menos por parte daqueles que se pretendem representantes do povo e protagonistas do novo.
 
Contando talvez com seu prestígio – inegável – e com a força das pesquisas que lhe colocavam como das principais postulantes à ocupante do cargo máximo do Executivo nacional, Marina apostou também em chegar ao pleno do TSE e ver esta Corte contornar o único critério objetivo exigido pela lei e que ela não cumprira. Mais uma vez a arrogância, tão bem travestida de humildade e vitimização, chegou primeiro. Para o bem do Estado de Direito, seja este democrático ou meramente liberal, o TSE foi rigoroso na observância da Lei. A lei é injusta? Pode ser e este é outro debate, necessário. O Brasil precisa sim de reformas políticas profundas, mas sem casuísmos eleitorais.
 
De posse de um não definitivo à legalização de seu partido para concorrer por ele à presidência em 2014, de novo o letárgico deu as mãos ao súbito. Da suposta não existência e da não admissão de se discutir sequer a possibilidade de um plano B diante de uma possível negativa do TSE – situação tão bem denunciada pelo deputado Alfredo Sirkys (PV-RJ), aliado de primeira hora de Marina – eis que surge o apoio à candidatura de Eduardo Campos à presidência da República e a filiação de Marina ao PSB em menos de 48 horas.
 
O gesto de Marina encaixa perfeitamente as peças de um quebra-cabeça que estava ainda incompreensível. Os que conhecem bem o estilo de fazer política do governador de Pernambuco viam com estranheza a sua ligeireza e açodamento no desembarque do governo Dilma, a forma como abriu mão dos irmãos Gomes no Ceará, o tudo ou nada estabelecido numa corrida presidencial em que pontuava entre 4% e 5% nas pesquisas, apenas. O gesto de Marina, então, já estava combinado e era o que dava segurança às movimentações firmes de Eduardo Campos. Nenhuma movimentação desta profundidade é construída em menos de 48 horas, tamanha as implicações, arranjos e segurança política exigida. Não é delírio supor que Eduardo Campos já tinha um entendimento com Marina Silva para o 1º turno, acenando para ser seu vice, caso ela legalizasse seu partido. A não legalização da Rede Sustentabilidade implicou na reciprocidade. Simples assim.
 
Para além de explicar o antes invisível e o agora tão óbvio, ao filiar-se ao PSB e hipotecar apoio ao projeto de Eduardo Campos, Marina apresenta um pouco mais sobre o que é sua essência política. Há aqui aspectos de natureza político-metodológica e político-programática, e são o que realmente interessa.
 
Os aspectos político-metodológicos não têm a ver exatamente com o que se pretende fazer, mas como se pretende fazê-lo. Mas como os fins – para quem não é maquiavélico – não justificam os meios, o como fazer faz sim muita diferença. Marina denuncia a velha política e se apresenta como um “novo jeito” de fazer política. Critica as oligarquias partidárias por serem legendas cartoriais, com donos que decidem tudo sozinho e em cúpulas. Critica também os partidos da esquerda e suas “guerras de crachás” em congressos e disputas acirradas.
 
O “novo jeito” de fazer política de Marina superou até aqui tudo isto para pior e é extremamente perigoso. Por certo é indesejável e condenável práticas como o neocoronelismo de Eduardo Campos, do PSB, que nomeia quem quer e retira quem quer do seu partido a hora que bem entender. Por certo também seria preferível ver os partidos de esquerda exercitando sua democracia interna em base a consensos e não em votações acirradas, mas, na falta de consensos, é bem melhor haver uma votação e o exercício de maiorias do que ver aparecer um cacique, aiatolá ou outra figura messiânica decidindo sozinho diante do impasse ou, no caso da Rede, uma liderança que desconsidera qualquer posição, majoritária ou minoritária, pois sequer há aferições, apenas “decantações” subjetivas de posições a serem interpretadas também subjetivamente pela liderança com ares de oráculo.
 
Marina decidiu sozinha quando e como seria fundado seu partido. Decidiu sozinha o plano B da Rede Sustentabilidade. Havia um plano C, D? Por certo, mas isto, também por certo, era de seu foro íntimo, assim como era o plano B. Seu novo jeito de fazer política se reduziu a comunicar aos seus “pares horizontais” – onde se encontram súditos tão leais quanto impotentes, eleitores fiéis, oportunistas de toda sorte, mas também incontáveis sujeitos tão honestos quanto ingênuos, todos tendo em comum a estratégia Marina e um nível impressionante de subserviência - as justificativas para as decisões que tomou. Caudilhismo e pragmatismo que “renovam” o mais velho e condenável na velha política.
 
Sobre os aspectos político-programáticos, estamos diante de mais um passo no aprofundamento das contradições de Marina. Temos no Brasil, a meu ver, quatro núcleos programáticos a serem tocados numa perspectiva transformadora no universo da política. Nova política econômica; Desenvolvimento sustentável anticapitalista; Aprofundamento da democracia; Aprofundamento da pauta dos direitos humanos.
 
Até 2010, Marina Silva já tinha se mostrado muito limitada nas questões econômicas e dos direitos humanos. Não se dispõe a enfrentar a questão fiscal, da dívida pública e dos banqueiros que sangram as finanças públicas. Não é proativa na defesa da pauta feminista e da população LGBT, por exemplo. Sua ida ao projeto de Eduardo Campos – cacique que de forma alguma é unanimidade no próprio PSB, que tem contradições internas e muita militância de esquerda – revela limites também na pauta democrática e também de desenvolvimento sustentável.
 
Lutamos em Pernambuco contra a instalação de usinas nucleares às margens do Rio São Francisco, proposta trazida entusiasticamente por Eduardo Campos. Lutamos para evitar a instalação do maior parque de usinas térmicas sujas de geração de energia elétrica do mundo a partir de combustíveis fósseis, cujo patrocinador foi Eduardo Campos. Lutamos para proteger a região de Suape, seus manguezais, seus pescadores, o turismo naturista, contra a lógica industrial suja e de crescimento do PIB industrial a todo custo, patrocinado por Eduardo Campos. Lutamos pela independência dos poderes da república, contra um governador que insiste em transformar o Estado e suas instituições em locais de acomodação da sua parentada. Poderíamos preencher páginas de exemplos. É a este projeto que Marina se associa politicamente.
 
O capitalismo contemporâneo debate-se nos últimos anos entre dois rumos, em meio à sua absoluta falta de consenso para onde ir diante de sua mais grave crise. Um desses rumos busca alongar a vida do capitalismo industrial, levando às periferias do sistema uma industrialização tardia, o que aprofundará a crise ambiental e trará para estas economias emergentes paradigmas políticos de pouca democracia e liberdade, é o que chamo de paradigma chinês. Eduardo Campos é, no Brasil, dos mais antenados e sintonizados com esta estratégia. Quis e quer, literalmente, transformar Pernambuco na China brasileira e “vende-se” como candidato a presidente para o empresariado com este diferencial.
 
O outro rumo apresentado pelo capitalismo é uma espécie de terceira revolução industrial, como preconizada por pensadores como Jeremy Rifkin, cujo último livro lançado no Brasil é prefaciado por ninguém menos que Marina Silva. Rifkin defende o início de um novo ciclo histórico de acumulação de capital, uma espécie de “Imperialismo Informacional” baseado num capitalismo verde, descartando gradualmente a Era Industrial e a financeirização desta Era.
 
Julgava eu que Marina Silva ao menos estivesse compromissada politicamente e eticamente com um rumo verde – impossível é verdade – nesta disputa de caminhos no interior do capitalismo, condição que ao constatar já me fazia vê-la como uma não alternativa política. Mas me enganei de novo e mais profundamente com ela. Sua adesão à candidatura de Eduardo Campos se coaduna com sua defesa do sistema financeiro e de mais arrocho nas concessões previdenciárias aos trabalhadores, com sua prática política de fazer acordos de cúpula na política, mas não pensei que chegasse ao ponto de associar-se ao “paradigma chinês”. Se sua adesão foi programática e não somente pragmática como ela mesma diz, o tiro não foi no pé, mas no coração.
 
Seria muito menos incoerente ter se associado a uma pequenina sigla para defender, de fato e como candidata a presidente, o seu utópico e irrealizável capitalismo verde. O que sobrou mesmo foi uma indisfarçável manobra política de essência antipetista e claramente na direção da reorganização de forças conservadoras no Brasil.

fonte:http://psol50.org.br/site/artigos-e-entrevistas/577/a-insustentavel-nova-politica-de-marina-silva

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

PSOL/RN REALIZA CONGRESSO EM NATAL

Foi realizado em Natal, no dia 06 de outubro de 2013, o congresso estadual do PSOL/RN, a plenária composta por representantes de diversos municípios, Natal, Parnamirim, Mossoró, São Jose de Mípibu, Macaiba, Lagoa Salgada, Angicos, Canguaretama, João Camara, Almino Afonso, Parelhas entre outros, ainda contou com a presença de Roberto Robaina da executiva nacional do PSOL, o congresso elegeu delegados para 4º Congresso Nacional do PSOL que será realizado dias 29 de novembro e 01/02 de dezembro de 2013.



Plenário do 2º congresso Nacional do PSOL /
Os militantes do PSOL já podem conferir as teses que foram inscritas para serem debatidas no 4º Congresso Nacional do partido, que será de 29 de novembro a 1° de dezembro, em Luziânia-GO, município do Entorno do Distrito Federal. As teses foram enviadas até o dia 31 de julho, conforme previsto no regulamento da convocatória do 4º Congresso.

Estão inscritas as teses: Para o PSOL continuar necessário; Tomar as praças e ruas, avançar nas conquistas rumo ao socialismo; PSOL: um partido para a revolução brasileira; Por novos lavantes no Brasil; As jornadas de julho, nossa estratégia e os desafios do PSOL; Democracia real já, nas ruas e no PSOL; Unidade socialista por um PSOL popular; Avançar a resistência popular e defender o PSOL; Por um PSOL afinado com as ruas: de luta, socialista e radicalmente democrático.

Para ler as teses, clique aqui. 


           IMAGENS DO CONGRESSO PSOL 
plenária destaque para prof.  Normando


Tazia defendendo TESE

Sandro Pimentel defendendo TESE

Sonia defendendo TESE

Roberio Paulino defendendo TESE

Marcos defendendo TESE

Roberto Robaina 










Alexsandro 





4º Congresso Nacional do PSOL será nos dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro, no Distrito Federal




Marcado para os dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro deste ano, o 4º Congresso Nacional do PSOL será no Distrito Federal/Entorno, conforme decisão do Diretório Nacional do partido. Na reunião, que ocorreu em abril deste ano, os dirigentes também aprovaram os termos da convocatória do Congresso, que define os critérios prévios, como prazo para realização de plenárias municipais e congressos estaduais, eleição de delegados, inscrição de teses e contribuições, credenciamento, entre outras normas. Embora a convocatória tenha sido aprovada pelo Diretório, o Regimento Interno do 4º Congresso será aprovado pelos delegados, na plenária de instalação do Congresso.

A pauta do 4º Congresso Nacional do PSOL inclui o debate sobre Conjuntura nacional, internacional e a tática para o período; o PSOL, as eleições 2014 e diretrizes programáticas para as eleições presidenciais; modificações estatutárias; eleição da Direção Nacional, Conselho Fiscal, diretor presidente da Fundação Lauro Campos e Comissão de Ética.

Segundo o regulamento aprovado pelo Diretório Nacional, poderão participar do Congresso Nacional, todos os filiados, cujos nomes estejam na relação de filiados do PSOL, encaminhada aos Tribunais Regionais Eleitorais no mês de abril deste ano e reconhecida pela direção estadual do partido. Aqueles que forem menores de 16 anos e maiores de 14 anos, ou militares ou estrangeiros terão que ser aprovados pela instância estadual em reunião regular e seus nomes devem constar da listagem encaminhada à secretaria geral nacional ou secretaria nacional de organização, até 30 de abril.

Também poderão participar do 4º Congresso, os filiados cujos nomes não foram incluídos no sistema do TSE, mas que foram referendados pelo Diretório Nacional do PSOL e suas listas encaminhadas à secretaria geral nacional ou secretaria nacional de organização até 30 de abril deste ano. Todos terão que contribuir financeiramente, com o valor correspondente no ato de participação das plenárias de base para a eleição de delegados aos congressos estaduais e ao nacional.

Para participar dos congressos estaduais, o filiado terá que ser eleito na plenária municipal ou intermunicipal. Já os delegados ao Congresso Nacional precisam ser eleitos nos congressos estaduais, na proporção de um delegado para cada 50 filiados participantes e presentes no momento da votação nas plenárias municipais ou intermunicipais, sendo admitida a fração de 26 filiados após completado o quórum de 50 ou um inteiro.

De acordo com a convocatória aprovada pelo Diretório Nacional, a base para calcular o número de delegados que cada estado terá direito a eleger para o 4º Congresso Nacional, será a soma dos filiados presentes no momento da votação para delegados aos congressos estaduais em todas as plenárias municipais ou intermunicipais.

Em relação ao número de plenárias que cada cidade poderá realizar, a convocatória prevê que nas cidades com mais de 300 mil habitantes ou com mais de mil filiados, poderão ser realizadas até quatro plenárias municipais definidas pelo diretório estadual. Nas cidades com mais de um milhão de habitantes será admitida a realização de até 5 plenárias municipais.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

PSOL LAGOA SALGADA...CONSTRUIR É PRECISO.

Sobre os eventos políticos de Lagoa Salgada nosso entendimento é que precisamos, de agilidade a briga na câmara deixou de ser em prol do povo o que aparenta é que cada um só pensar no seu umbigo e o povo ou os direitos do povo fica em segundo plano. Minha ausência na câmara como expectador se deu devido  visita estava reunido com amigos e com o Vereador de Natal Sandro Pimentel, atual presidente do PSOL/RN, tratando justamente de como pensar e como promover uma Lagoa Salgada melhor para todos...
Na visita tratamos do futuro do PSOL no RN, e dos problemas de Lagoa Salgada, firmamos também nossa posição.